Sentimos na pele!

05/04/2010 08:20

 

Eu nunca vi um negro (O cultura na cesta sentiu na pele)

por: Graziela Gama




No conceito de 'Ser diferente é normal' o que realmente temos de diferente? Cor, estilo, conhecimento ou alguma doença como a Síndrome de Down? Se cada vez mais estamos tentando nos desvincilhar dos padrões, nada melhor que somente um negro em um lugar onde tenham 99,9 % de pessoas desprovidas de pigmento para que se torne o centro das atenções.

A diferença do negro para o resto das pessoas é que eles nascem somente para explicar à sociedade como é crescer sentindo o preconceito. E de acordo com as mudanças nas leis, também explicam o que acham das cotas e o desenrolar dessa discriminação (ou não). E quando conseguem se fazer entender para os curiosos, ainda acham estranho toda sua sabedoria.

 

 

Tomando como posse deste texto do blog tranças nagô senti isto esta semana na pele ao levar um grupo de crianças ao shop da barra da tijuca ,senti como fosse de outro mundo as pessoas nos olhava com expressões de que eles estão fazendo aqui?, que este “””negam”””.kkk

 

 Este preto 2 metros esta fazendo aqui com esta crianças pretinha??

 

Ele e americano,Queniano.(pq para vc ser “aceito”.tem q ser de fora não pode mora no meu país só pq vc tem porte ??)ou qualquer outra coisa ..mas menos um brasileiro conhecedor dos seu direitos e deveres numa sexta passeando no shop e se alimentando com os alunos do projeto ,mostrando para eles que este lugar e feito para todos negros ,brancos, amarelos , mesmo que exista barreiras invisíveis ao acesso de negros e pobres neste ambientes devemos sempre tomar posse de nossos direitos e ter uma vida normal indo a todo lugar que der na telha.

 

 

 

 O link do vídeo deste momento de descontração com as crianças no shop  logo após o jogo do Flamengo.

 

http://www.youtube.com/user/wgderua?feature=mhw5#p/a/u/0/S8iLwdgZv6M